Buscar
A-
A
A+
Tamanho da Fonte
print Imprimir
personEnviar para um amigo

Compartilhe com um amigo:

clear
Ops! Verifique os campos destacados acima.
COMPARTILHAR

06/06/2018

Campanha de Vacinação contra Febre Aftosa e Brucelose é prorrogada até 15 de junho 

O Estado de São Paulo prorrogou até o dia 15 de junho a campanha de vacinação contra a Febre Aftosa e Brucelose nos bovinos e bubalinos. A prorrogação do prazo se deu por meio da Resolução SAA nº 24 e nº 25.

Segundo Adércio Rodrigues, secretário Municipal da Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente de Santa Fé do Sul, o município possui um rebanho de aproximadamente 28 mil cabeças de bovinos, sendo divididas em torno de 340 propriedade cadastradas, o produtor pode retirar seu saldo do gado nos Escritórios Rurais ou na Casa da Agricultura levando o CPF, com isso o produtor irá comprar a quantidade certa de dose para evitar desperdícios.

“A Febre Aftosa não acontece no Estado de São Paulo a mais de 20 anos graças ao sucesso da campanha de vacinação e a colaboração dos pecuarista da região, vamos continuar vacinando os animais para manter essa doença longe do rebanho, com isso evitando queda na produção e perda econômicas”, disse Adércio.

Febre Aftosa

A Febre Aftosa é uma doença viral infecto-contagiosa que afeta bovinos, bubalinos e outros animais de casco fendidos, não afeta os eqüídeos. Os sintomas são os seguintes: febre alta seguida de pequenas vesículas na mucosa da boca, narinas e laringe, apresenta aumento da salivação (animal babando), o animal não se alimenta com isso diminui a produção e leva a morte e por ser vírus a transmissão e muito rápida no rebanho.

No site da Defesa (www.defesaagropecuaria.sp.gov.br) está disponível o manual que orienta, passo a passo, como declarar a vacinação contra febre aftosa via Internet. O acesso ao sistema GEDAVE é feito pelo endereço http://gedave.defesaagropecuaria.sp.gov.br/ .

A vacinação contra a febre aftosa é obrigatória. O criador que não vacinar ou não comunicar a vacinação ao órgão oficial de defesa agropecuária sofrerá as seguintes penalidades: 5 Ufesps, ou seja R$ 128,50 por cabeça por deixar de vacinar, e 3 Ufesps, ou seja R$ 77,00 por cabeça por deixar de comunicar a vacinação.

Brucelose

O criador paulista, que tem fêmeas bovinas e bubalinas com idade entre (03 á 08) três a oito meses, tem até o dia 16 de junho para vaciná-las contra a brucelose e até o dia 22 de junho para comprovar a vacinação.

A Brucelose, conhecida também como mal de Bang, febre de malta ou aborto infeccioso, é considerada uma zoonose (transmitida do animal para o homem). Nos bovinos pode causar abortamento; nascimento de bezerros fracos; retenção de placenta; repetição de cio e descargas uterinas com grande eliminação da bactéria, além de inflamação nos testículos.

Para que as fêmeas fiquem protegidas, a vacinação contra a brucelose é realizada uma única vez. A vacinação deve ser feita por médicos veterinários cadastrados na Defesa Agropecuária ou um auxiliar treinado pelo Veterinário responsável. “A razão para este cuidado é pelo fato de ser uma vacina viva e poder infectar o manipulador”.

O criador que deixar de vacinar ou deixar comunicar a vacinação até a data estabelecida pela legislação fica passível de sofrer penalidades - 5 Ufesps (R$ 128,50) por cabeça, por deixar de vacinar e 3 Ufesps (R$ 77,00) por cabeça, por deixar de comunicar a vacinação.